Detalhar som Classificação Científica
Nome Científico
Sporophila bouvronides(Lesson, 1831)Nome em Inglês
Lesson's Seedeater
Estrela-do-norte
Nome Científico
Seu nome científico significa: do (grego) sporos = semente; e philos = que gosta, amigo; e do (francês) bouvreuil = nome francês para o bigodinho; e -idës = semelhante. ⇒ (Ave) semelhante ao bigodinho que gosta de sementes ou papa-capim semelhante ao bigodinho.
Características
Mede entre 10 e 11 centímetros de comprimento e pesa entre 8 e 11 gramas.
Muito semelhante ao Sporophila lineola bigodinho, mas sem o branco na fronte dos machos e com manchas pretas nos flancos. As fêmeas de ambas espécies são idênticas.
estrela-do-norte macho
estrela-do-norte fêmea
estrela-do-norte jovem
Subespécies
Possui duas subespécies reconhecidas:
Sporophila bouvronides bouvronides (Lesson, 1831) - ocorre no norte da Colômbia, na Venezuela e Guianas, nas ilhas de Trinidad e Tobago. Encontrado também como migrante no Panamá (Ridgely, 1989), na Amazônia brasileira, sudeste da Colômbia, leste do Equador, nordeste do Peru e na Bolívia.
Sporophila bouvronides restricta (Todd, 1917) - Ocorre no noroeste da Colômbia no baixo vale do rio Magdalena. É parecida com a forma nominal, entretanto com a porção inferior do corpo apresentando a coloração branco sempre puro. Obs: Atualmente, alguns autores não a consideram uma subespécie distinta.
(Clements checklist of Birds, 2016; ITIS - Integrated Taxonomic Information System (2017); Aves Brasil CBRO 2015).
Alimentação
Alimenta-se principalmente de sementes de gramíneas. Forrageia de maneira típica, agarrando a haste de capim para extrair suas sementes. Pode forragear também no chão, Aos pares e também em bandos.
estrela-do-norte se alimentando
Reprodução
Hábitos
Aparece como migrante esporádica na bacia amazônica em campos e áreas de campinarana, às margens de lagos e rios ou florestas secundárias altamente degradadas. Sua ocorrência na Amazônia Brasileira carece de estudos mais completos.
Bando de estrela-do-norte
Distribuição Geográfica
Pode “visitar” os estados do Amapá, Pará, Roraima, Amazonas e Acre.

Ocorrências registradas no WikiAves
Referências
SIGRIST, T. Avifauna Brasileira:
The avis brasilis field guide to the birds of Brazil, 1ª edição, São Paulo:
Editora Avis Brasilis, 2009.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies:
CLEMENTS, J. F., T. S. Schulenberg, M. J. Iliff, D. Roberson, T. A. Fredericks, B. L. Sullivan, and C. L.. The Clements checklist of Birds of the World: Version 6.9; Cornell: Cornell University Press, 2016.
ITIS - Integrated Taxonomic Information System (2017); Smithsonian Institution; Washington, DC.
Piacentini et al. (2015). Annotated checklist of the birds of Brazil by the Brazilian Ornithological Records Committee / Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Revista Brasileira de Ornitologia, 23(2): 91–298.
Ridgely, R.S. e Tudor, G. 1989. The birds of South America, v. 1. The Oscine Passerines. Austin: University of Texas Press.
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